Vivemos um momento nutricional onde tem se intensificado a procura por uma vida saudável e uma alimentação adequada. Apesar de ter seu lado positivo visto que vivemos em um mundo onde o sobrepeso e a obesidade prevalecem, a oferta de alimentos industrializados é imensa e as doenças crônicas não transmissíveis aumentam assustadoramente, e isso pode ser muito preocupante.

 

Somos diariamente bombardeados com informações das mais variadas sobre o que comer e qual a melhor forma de emagrecer ou manter a saúde. Leite é bom pra saúde ou faz mal? Carboidrato a noite engorda? Posso comer feijão ou é muito calórico? Esses e outros questionamentos acabaram levando a um verdadeiro terrorismo nutricional, onde ninguém consegue mais distinguir o que deve ou não comer.

 

O que é importante destacar aqui é que se deve priorizar sempre a alimentação baseada em comida de verdade. Um alimento ou um grupo alimentar não deve ser excluído da dieta quando não há indicação clínica para tal, como em casos de intolerância, alergia alimentar ou doença celíaca.

 

A decisão mais acertada na verdade é a alimentação baseada na ingestão de alimentos naturais em nossas refeições diárias. É necessária a absorção de vários nutrientes como hortaliças, frutas, legumes, óleos, massas, raízes e tubérculos. A quantidade necessária para uma alimentação saudável varia para cada organismo, visto que é levado em consideração a altura, idade, peso, e saúde de cada indivíduo, além da prática de atividades físicas que não deve ser descartada.

 

No emagrecimento, existem estratégias para perda de peso, como a redução de carboidratos, porém, só devem ser iniciadas com acompanhamento de um profissional e por um tempo determinado, pois a retirada de um macronutriente pode gerar um grande desequilíbrio metabólico, deficiências de fibras e até mesmo depressão.

 

Por isso, se quer fazer mudanças na alimentação, procure um nutricionista e tire todas as suas dúvidas. Beijão gente!