A prescrição de adoçantes para fins de emagrecimento é um hábito usual. Mas são mesmo saudáveis? Seu uso é recomendado no emagrecimento? Existem diferenças entre eles?

A questão número um a ser abordada é o motivo pelo qual o adoçante é introduzido quando há o desejo do emagrecimento. É comum associar o adoçante à redução calórica e do consumo de açúcares, tidos como obesogênicos. Mas essa troca também pode ser prejudicial.

Os estudos mais recentes apontam que o uso contínuo de adoçantes pode gerar um ganho de peso após alguns meses. E por que isso ocorre? O adoçante não deixa de ser um produto químico que altera negativamente a microflora intestinal favorecendo a disbiose e o ganho de peso.

No entanto, há opções mais naturais como o xilitol, eritritol e stévia que esbarram em questões como alto valor (xilitol) e sabor difícil de ser tolerado (stévia).

Então, o que fazer? A dica de ouro é redescobrir o sabor natural dos alimentos. Parece clichê, mas não é! O café tem um sabor incrível quando NÃO adoçado: você consegue até diferenciar tipos e avaliar a qualidade do produto. O mesmo com suco de frutas!

Importante ressaltar que os adoçantes são indicados para pacientes com diabetes e, nesses casos, não há opções, porém, para fins de emagrecimento. Além disso, é importante avaliar seu uso, que hoje ocorre de forma indiscriminada.