Durante anos esse foi o posicionamento de médicos e nutricionistas a respeito de como deveria ser a alimentação ideal. Essa conduta era baseada na premissa que ao alimentar-se com mais frequência, o organismo gastaria mais energia digerindo aquelas refeições e, assim, consumiria mais energia. Além disso, o maior fracionamento das refeições colaboraria para reduzir o apetite na refeição seguinte.

Será que é assim mesmo que funciona? Depende. Alguns indivíduos com o metabolismo mais acelerado sentem a necessidade de manter uma alimentação constante. As pessoas mais ansiosas também acabam se beneficiando, pois, costumam sentir vontade de estarem sempre mastigando.

No entanto, hoje trabalhamos na nutrição com o comer intuitivo, ou seja, respeitar o próprio corpo e a sinalização de que se está com fome. Com o aumento dos estudos neste sentido, percebeu-se que, se o corpo não dá o sinal de fome, provavelmente ainda pode estar digerindo a refeição anterior e não é ideal se alimentar novamente.

Agora o que fazer? Seu corpo é sábio e irá te avisar quando for hora de realizar uma nova refeição, exceto pessoas que entram em processo de hipoglicemia ou diabéticos, que possuem uma questão orgânica onde há a necessidade da alimentação fracionada.

Quer saber mais sobre seu metabolismo? Vá a uma nutricionista e tire suas dúvidas 🙂