segunda, 18 de janeiro de 2021

Covid-19: FioCruz deve pedir uso emergencial de vacina nesta sexta

Governador em exercício, Cláudio Castro, participa de Reunião e visita ao centro de diagnóstico de Covid e Bio-Manguinhos. Foto: Fiocruz

A FioCruz deve solicitar à Anvisa ainda nesta sexta-feira (8), o pedido para uso emergencial de dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19. O anúncio foi feito durante a visita do governador em exercício Cláudio Castro, em companhia da presidente da Fundação, Nísia Trindade, ao Centro de produção a Bio-Manguinhos.

A vacina será desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca.

“Essa visita vem coroar nossa parceria. Estamos muito perto da população fluminense começar a ser vacinada. Fizemos nosso papel e estamos abastecidos de seringa, agulhas e locais para armazenamento aguardando a chegada da vacina. Como anunciado pelo Ministério da Saúde, há uma possibilidade disso acontecer no próximo dia 20 no país. Seria o melhor presente para o Rio nesse início do ano”, afirmou o governador.

O planejamento para abastecer os postos de saúde dos 92 municípios para vacinação foi elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), que adquiriu 16 milhões de seringas e agulhas ao custo de 17 centavos a unidade. Desse total, 8 milhões já foram recebidas pela SES. Ao todo, o Rio contará com mais de 50 milhões desses insumos, além de frigoríficos para armazenar vacinas.

A expectativa é que, também no dia 20 de janeiro, a Fiocruz inicie a produção das primeiras doses da vacina de Oxford. Para a presidente Nísia Trindade, esse é um momento crucial na luta contra a pandemia. A expectativa é que, em abril, todo a fabricação da vacina contra a covid seja realizada pela Fiocruz, que prevê a entrega de 100 milhões de doses até julho.

“Quero agradecer a parceria do Estado nesse momento. A vacina é uma palavra de esperança e, agora, algo muito concreto. Em breve, esperamos que logo nossa população possa ser vacinada. Também aproveito para reforçar essa cooperação entre Fiocruz e do Governo do Estado na assinatura da escritura definitiva para o terreno onde será construído o complexo de vacinas, que é uma grande contribuição para o país”, destacou.

Estado e Fiocruz

No início de dezembro, Governo do Estado e Friocruz assinaram a escritura definitiva do terreno onde será instalado o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS), no Distrito Industrial de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. O espaço, cedido pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), receberá a maior fábrica de vacinas da América Latina, que vai quadruplicar a capacidade de produção anual de frascos de imunizantes e biofármacos da Fiocruz.

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