quinta, 04 de março de 2021

Covid-19: mortes somam mais de 247 mil no Brasil

Morte, cemitério, coronavírus, covid-19
Segundo Ministério da Saúde, 9.139.215 pessoas já se recuperaram. Foto: Pedro Conforte

O número de pessoas que não resistiram à Covid-19 no Brasil subiu para 247.143. Em 24 horas, foram registradas 639 mortes. Há ainda 2.833 óbitos em investigação no país.

Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 10.195.160. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 26.986 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (22). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 808.802 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.139.215 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (57.842), Rio de Janeiro (32.256), Minas Gerais (17.733) e Rio Grande do Sul (11.820). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (968), Roraima (1.037), Amapá (1.125), Tocantins (1.485) e Rondônia (2.940).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1.978.477), seguido por Minas Gerais (842.377), Bahia (655.481), Santa Catarina (641.840) e Paraná (617.165).

Mortes nos EUA

Os Estados Unidos ultrapassaram nesta segunda-feira (22) a marca de 500 mil mortes por Covid-19. Os primeiros óbitos pela doença foram registrados no condado de Santa Clara, na Califórnia, há pouco mais de um.

Os EUA registraram mais de 28 milhões de casos de Covid-19 e 500.054 mortes até segunda-feira, de acordo com uma contagem da Reuters baseada em dados de saúde pública, embora as mortes e hospitalizações diárias tenham recuado para seu menor nível desde antes dos feriados de Ação de Graças e do Natal.

Cerca de 19% do total global de mortes de coronavírus aconteceram nos EUA. As mortes registradas entre dezembro e fevereiro foram responsáveis por 46% de todos os óbitos por covid-19 nos EUA, mesmo quando as vacinas se tornaram disponíveis e com o início de um esforço para imunizar a população norte-americana.

Com informações da Reuters e Agência Brasil

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','https://www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-1023799-1', 'auto'); ga('send', 'pageview');

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *