sábado, 12 de junho de 2021

Os falsos salvadores

Os falsos salvadores

A Primeira Guerra Mundial acabou. Quando imaginava-se juntar os cacos e reconstruir a vida, veio a gripe espanhola, a pior epidemia já vista na Europa, entre 1918 e 1920, que matou cerca de vinte milhões de pessoas (estima-se que entre 20 e 40 milhões). Aparentemente, o pesadelo não tinha fim. Após quatro terríveis anos de confrontos e batalhas, e mais de nove milhões de mortes, surgia essa doença devastadora.

Ordem e Caos

Ordem e Caos

Acabei de ler o livro de André Assi Barreto, “Entre a Ordem e o Caos – Compreendendo Jordan Peterson”. Adorei a abordagem feita pelo autor, na qual, partindo desses dois contextos: ordem e caos, e derivando-os para positivo e negativo, bem e mal, yin e yang, vai dissecando conceitos e ensinamentos, de Peterson e de outros pensadores, com muita simplicidade e de forma bem acessível.

Júlio César, o tirano

Júlio César, o tirano

Acompanhando os desdobramentos da cena jurídico-política brasileira, em especial o malfadado inquérito das fake news, no qual o Ministro do STF, Alexandre de Moraes, investiga fatos que não são apenados como crimes, confisca computadores e celulares, efetua buscas e prisões, encerra contas em redes sociais e promove uma devassa nas vidas de pessoas que criticam o STF, veio-me à cabeça Julio César: pretor, general e cônsul romano, que viveu entre os anos 100 e 44 A.C

Reflexões sobre vida e morte

Reflexões sobre vida e morte

Acabei de ler o livro A Morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói. Trata-se de uma pequena novela, que discorre sobre a vida de um magistrado, e os meses que antecedem a sua morte, por um problema renal. No final do século XIX, as angústias e as escolhas desse moribundo, e seu conflito face à chegada do memento mori, mostram-se profundamente atuais e pertinentes.