O balanço apresentado aponta quadro de alerta. (Foto: Divulgação/Prefeitura de SG)

O último Levantamento do Índice Rápido de Infestação do Mosquito Aedes Aegypti (LIRA), deste ano, aponta que o município de São Gonçalo obteve o resultado de 1.4% de infestação de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A pesquisa foi realizada pelos agentes de endemias da Vigilância Ambiental da secretaria municipal de Saúde em abril, e o balanço aponta quadro de alerta.

Segundo o diretor da Vigilância Ambiental, Adaly Fortunato, pelos critérios de avaliação do Ministério da Saúde, quando são identificadas de uma a três casas infestadas a cada 100 propriedades pesquisadas, o índice é avaliado como sendo uma “situação de alerta”. “A partir do resultado do Lira a gente consegue fazer o planejamento das ações para o trabalho do ciclo que vai ser realizado no bimestre seguinte, de acordo com os tipos de infestações e tipos de depósitos predominantes”, explica . 

Entre os bairros que apresentam índice com alto risco de infestação, estão: Zumbi, Mutuá, Dona Yeda, Mutuapira, Recanto das Acácias, Boa Vista, Dona Eliane e Jardim Tiradentes. 

O Lira, metodologia criada pelo Ministério da Saúde para fazer o levantamento de índice de infestação nas cidades, tem o objetivo de identificar as áreas da cidade onde estão concentrados as maiores ocorrências de focos e criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, viabilizando o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas.

O estudo apresentou que 39% dos locais preferenciais para o mosquito são depósitos de água para consumo humano em nível do chão (cisterna, galão), seguidos por depósitos removíveis (plantas, pratos), resíduos sólidos (pets, garrafas, latas), depósitos fixos (ralos, calhas), pneus, caixas de água no alto da casa e depósitos naturais. 

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