segunda, 28 de setembro de 2020

Água parada e nuvem de mosquitos ao lado da UPA de Inoã

Água parada esta acumulada no terreno desde as últimas chuvas Foto: Ibici Silva

O acúmulo de água num terreno ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Inoã, em Maricá, tem preocupado moradores do entorno. A população teme o risco de doenças.

De acordo com moradores, sempre no final da tarde, nuvens de mosquitos se formam no entorno. Eles temem a proliferação de mosquitos transmissores de Dengue, Zika e Chikungunya.

A vendedora Carla Rangel, de 30 anos, revela que desde as últimas chuvas o número de mosquitos dobrou.

“São muitos mosquitos e tenho medo de ficar doente, sabemos que no verão tem Dengue, Chikungunya, Zika. Minha filha mesmo já teve Dengue, não quero que essa situação se repita. Uso muito inseticida e telei a casa para evitar que a família fique doente”, conta.

Além das grandes poças localizadas no terreno, o mato alto contribui para o aparecimento dos mosquitos.

A auxiliar administrativa, Joyce Silva, 35 anos, levou o filho para atendimento e ficou com medo.

“Na UPA no final da tarde fica cheio de mosquitos, quem esta na unidade de saúde não consegue nem ficar do lado de fora. Levei meu filho para atendimento, fiquei do lado de fora por causa do ar-condicionado, mas não aguentei por causa dos mosquitos, você vem tratar uma doença e acaba saindo com outra”, desabafa.

Procurada, a Prefeitura de Maricá, através da Assessoria de Comunicação, disse que enviará uma equipe ao local para verificar se existem focos do mosquito.

Através de nota, o Executivo esclareceu que não há caso confirmado por doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti desde início do verão até a presente data no município.

“Todos os notificados (15 de dengue, 8 chikungunya e 2 zika) ainda aguardam confirmação laboratorial. A prefeitura acrescenta que, com o aumento das chuvas nessa época do ano, irá intensificar as ações nos bairros para orientar moradores para não deixar água parada em recipientes sem tampas”, finalizou.

De acordo com o Ministério da Saúde, o período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti por causa das chuvas e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças.

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