Asfalto novo beneficia ruas de Maricá

Mais três áreas de Maricá começaram a ter vias beneficiadas com asfaltamento pela Prefeitura nesta quarta-feira (3). A primeira delas foi o loteamento Marinelândia, que fica em Cordeirinho, na região litorânea da cidade, onde foram asfaltadas as ruas 23 e 30. A Rua 24 já tinha sido pavimentada. Moradores da localidade acompanharam a movimentação dos homens e máquinas com expectativa.

“Todo mundo merece uma rua assim, boa para andar e sem poeira nem sujeira”, disse o pedreiro Pedro Israel, de 28 anos, que mora há nove anos na Rua 23. Na esquina com a Rua 30, o barbeiro Wagner Correia do Amaral, de 26 anos, observava de casa a aplicação do asfalto. “A rua aqui enchia sempre na chuva. Esse asfalto será ótimo para nós, pena que muita gente daqui se foi sem ver”, lamentou.

No Condado, a Rua Acácia é a primeira de um total de 12 vias do antigo condomínio  que vão receber pavimentação. De acordo com a autarquia de Serviços de Obras de Maricá (Somar), foi realizada também uma ação de drenagem em parte dessas ruas. De mudança para o local vinda do bairro do Flamengo (Zona Sul do Rio), a aposentada Alta Castro Nóbrega, de 61 anos, ficou surpresa ao se deparar com a intervenção. “Não esperava que fosse fazer agora, mas fico feliz de ver o progresso chegando”, afirmou ela.

Outro bairro cujas vias ganham nova pavimentação é Ubatiba, onde as ruas Duque de Caxias e José Faria da Rosa (antiga Itaocara) recebem asfaltamento. O acesso a pontos mais afastados é o principal benefício para os moradores.

“Se alguém precisasse, era difícil para um ambulância subisse aqui para socorrer uma pessoa. Agora vai melhorar”, acredita o servente Rutinaldo Ramos, que há 45 anos nasceu e cresceu na localidade, assim como Cirênio José da Silva, de 65 anos. “Já tinha me acostumado com a rua como era e nem esperava mais que melhorasse, mas que bom que asfaltaram”, celebrou. Para André Luiz Barros, que é dono de um bar na esquina das duas ruas, o novo piso deve melhorar a frequência no local. “Vai atrair mais gente porque fica melhor para chegar e não tem mais poeira”, avaliou o comerciante, de 47 anos.

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