quinta, 22 de outubro de 2020

Brasileiros na Itália: ‘filas para enterrar familiares’

O crescente número de mortes na Itália e a proliferação do novo Coronavírus (covid-19) no mundo, fez com que brasileiros residentes em diferentes cidades italianas fizessem um apelo nesta terça-feira (17) para a necessidade de prevenção e medidas restritivas no Brasil.

Apenas na Itália já foram 2.503 mortes confirmadas até esta terça, e mais de 26 mil suspeitas. Residentes do país europeu já falam das dificuldades para leitos, apesar das ações restritivas impostas pelo governo italiano.

Ainda de acordo com brasileiros, moradores do país, o governo já estaria chegando ao ponto de precisar escolher ‘quem vive e quem morre’.

Moradora de Milão, a brasileira Priscila Reginique fala do temor no país europeu e faz um apelo aos brasileiros.

Veja no vídeo o relato da brasileira. Imagens: Arquivo Pessoal

No vídeo, a brasileira fala da tristeza de famílias que fazem filas em cemitérios para enterrar parentes e amigos.

Quem também fez um depoimento emocionante, em áudio, sobre as condições que vivem moradores da Itália, foi a niteroiense Larissa Contarato, que reside há 5 anos com a família na cidade de Alexandria.

Ouça o relato da niteroiense em isolamento com a família.

A onda de contágio e crescente número de mortes pela Europa, fez com que líderes da União Europeia (UE) concordassem nesta terça em fechar as fronteiras no continente por 30 dias para impedir a propagação do vírus, além de estabelecer vias rápidas nas divisas dos países para manter a circulação de mercadorias, disseram os próprios líderes do bloco após uma videoconferência.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou em entrevista coletiva que caberia aos países europeus implementar o fechamento de suas fronteiras para cidadãos de países terceiros.

“O inimigo é o vírus e agora temos que fazer o possível para proteger nosso povo e proteger nossas economias”, disse ela.

“Estamos prontos para fazer tudo o que for necessário. Não hesitaremos em tomar medidas adicionais conforme a situação evoluir”, conclui Ursula.

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