sexta, 30 de julho de 2021

Celular nas empresas ajuda ou atrapalha?

Já é uma realidade nas estatísticas das empresas os desligamentos devido ao mau hábito na utilização do aparelho celular. Foto: Arquivo/ Plantão Enfoco

O celular tornou-se uma ferramenta de trabalho. Diferente de um passado próximo, quando ele era utilizado apenas para fazer e receber ligações, hoje em dia, o aparelho possibilita múltiplas atividades e facilita na agilidade e praticidade nas tomadas de decisões. No entanto, tal hábito também pode ser um grande vilão no mundo corporativo.

Apesar das inúmeras vantagens que a permissão da utilização desse objeto como ferramenta de trabalho geram, é importante manter o foco para que a distração não atrapalhe na produtividade.

Já é uma realidade nas estatísticas das empresas os desligamentos por justa causa devido ao mau hábito na utilização do aparelho celular no horário de trabalho.

A falta de foco pode atrapalhar, inclusive, no crescimento da carreira. O celular deve ser uma tecnologia aliada à rotina diária. Se utilizada de forma moderada e de acordo com as normas das empresas, o celular agrega e se torna indispensável no desenvolvimento das ações corporativas.

Falta nas empresas, muita das vezes, uma política corporativa de gestão de pessoas transparente, que contribua para um entendimento do que se pode ou não fazer, evitando levar a discussão ao mundo jurídico somente quando este vira passivo trabalhista.

Existem ferramentas de gestão que proporcionam este conhecimento ao novo colaborador. Exemplo: “Onboarding” (integração dos colaboradores); Manual de Conduta; Cartilha do Colaborador; POP (Procedimento Operacional Padrão); descrição de cargos; dentre outras.

O mundo corporativo precisa acompanhar a automatização dos processos, através de uma gestão transparente que acompanhe os benefícios dessa nova era.

Enquanto a gestão for conservadora e não se importar com os processos – hoje imprescindíveis na política interna das empresas – essas ocorrências tendem a sobrepor os benefícios que trariam, restando somente a gestão dos conflitos gerados.

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