sexta, 30 de outubro de 2020

Ceperj lança publicação sobre a qualidade de vida fluminense

As dimensões escolhidas para esta edição são: Demografia; Educação; Saúde; Habitação e Saneamento; Trabalho e Renda; e Segurança Pública. Foto: Divulgação

O Centro de Estatísticas, Estudos e Pesquisas (Ceep) da Fundação Ceperj, por meio da Coordenadoria de Políticas Sociais (Copos), lança a edição 2019 do estudo “Aspectos da Qualidade de Vida do Estado do Rio de Janeiro – Olhar Comparativo”. O estudo é uma publicação periódica que traz a cada início de ano um diagnóstico geral do Estado, a realidade de seus municípios e a posição fluminense no contexto nacional.

O texto verifica o comportamento de áreas temáticas relacionadas às dimensões da qualidade de vida e das políticas sociais, trazendo a cada início de ano um diagnóstico geral do Estado do Rio de Janeiro e sua posição frente à Região Sudeste e a outros estados brasileiros. 

A publicação de indicadores socioeconômicos a respeito da qualidade de vida no estado do Rio de Janeiro é uma das tarefas da fundação. Nesse campo, trabalha-se com o conceito multifacetado de qualidade de vida, o que requer a associação entre diferentes dimensões da vida para fins de análise das condições socioeconômicas e ambientais das populações.

A divulgação desses dados é estratégica para o acompanhamento das transformações sociais, econômicas e urbanas nos municípios e nas regiões fluminenses. Da mesma forma permite comparar o estado com outras unidades da federação, por meio do desempenho dos indicadores e temas selecionados no estudo.

As dimensões escolhidas para esta edição são: Demografia; Educação; Saúde; Habitação e Saneamento; Trabalho e Renda; e Segurança Pública. Mesmo não esgotando a totalidade do conceito qualidade de vida, acredita-se que essas são importantes facetas que o agente público deve conhecer e levar em consideração como ponto de partida para a elaboração de ações e de proposituras para as políticas públicas.

De acordo com Marcos Thimoteo Dominguez, da Copos, a ideia do documento é acompanhar as transformações sociais, econômicas e urbanas ocorridas nos municípios e nas regiões fluminenses ao longo dos anos.

“Da mesma forma, a publicação periódica permite realizar comparações entre as unidades da federação, a partir do desempenho de indicadores socioeconômicos e de temas estratégicos no campo das políticas sociais” explicou.

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