sábado, 05 de dezembro de 2020

Covid-19: Mulheres ocupam quase 60% dos casos confirmados em Itaboraí

Idosa caminhando com máscara em Icaraí
Desde o dia 16 de março, quando o governo municipal decretou a quarentena, a cidade segue em alerta e vem adotando medidas temporárias de prevenção ao contágio e de enfrentamento da emergência. Foto: Arquivo – Pedro Conforte

Em 26 de março, a Secretaria de Saúde de Itaboraí divulgava sua primeira vítima do novo coronavírus (Covid-19) na cidade. A confirmação veio por meio da equipe de Vigilância Epidemiológica, a mesma que, um mês após, vê com preocupação a disparada dos números de vítimas infectadas com a doença respiratória.

Neste período foram registrados 8 óbitos e 167 casos já foram confirmados de moradores, divididos em 42 bairros da cidade, alcançando uma taxa de letalidade de 4,8%. De acordo com levantamento da Secretaria de Saúde, 57,48% dos casos são do sexo feminino. A cidade ainda tem 1.818 casos sendo investigados, notificados pelas unidades de saúde.

“Estamos chegando a um período ainda mais crítico com relação ao contágio da doença e devemos alertar que os hospitais já estão trabalhando muito próximo a capacidade máxima de leitos. As pessoas devem seguir as orientações de segurança que nós, enquanto Secretaria de Saúde, tentamos fazer com que sejam cumpridas o tempo todo, mas para isso contamos com a ajuda e conscientização da população”, alertou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Renato Botticini.

Desde o dia 16 de março, quando foi decretada a quarentena oficial pelo governo municipal, a cidade segue em alerta e vem adotando medidas temporárias de prevenção ao contágio e de enfrentamento da emergência. Novas regras e normas foram estabelecidas para o funcionamento de serviços de saúde e serviços considerados não essenciais.

Desde então as aulas, tanto na rede pública quanto na privada, foram suspensas. Eventos com grande número de pessoas ficaram restritos, assim como a permanência de grupos, mesmo que em locais públicos.

Também neste período houve mudanças no transporte público da cidade, na restrição e abertura dos comércios, bares, restaurantes e até mesmo na forma de sair às ruas, sendo agora, necessário o uso de máscaras de proteção individual.

“Nossa preocupação é muito grande e estamos fazendo o possível para conter o avanço dessa doença na cidade. Este salto nos números é uma preocupação, além de assustador para todos”, ressalta o secretário de Saúde, Júlio Ambrósio.

Ele ainda reforça o pedido para que as pessoas fiquem em casa, como medida de prevenção, e que saiam somente se for necessário, adotando as medidas de segurança, como o uso do álcool 70%, mantendo o distanciamento social e o uso das máscaras e que estas sejam mantidas no rosto de forma correta, para que cumpram seu papel de proteção.

Publicado às 14h04.

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