quinta, 26 de novembro de 2020

Danillo celebra aniversário e liberdade com a família em Niterói

Manifestação, Danillo Félix, Preso, protesto
Danillo foi solto no dia em que celebra 25 anos. Foto: Reprodução / Pedro Conforte

No dia que completa 25 anos, o auxiliar administrativo Danillo Félix deixou o presídio Evaristo de Moraes, no bairro de São Cristóvão, no Rio, na tarde desta terça-feira (29). O morador da comunidade da Chácara, em Niterói, foi absolvido da acusação de roubo, que culminou em prisão no dia 6 de agosto. Já com a família, o dia da liberdade virou motivo de festa.

O irmão do jovem, Diogo Félix, de 26 anos, e a esposa estiveram na saída da prisão, por volta de 15h30. Para os familiares, não há felicidade maior em poder comemorar a data com ele presencialmente. Pai de um menino de apenas um aninho, Danillo foi impedido de comemorar o Dia dos Pais esse ano.

“É só felicidade. Vamos agitar um churrasco, fazer uma festinha para ele, se Deus quiser. O pior já passou, graças a Deus”, comemorou o irmão.

Danillo foi preso por policiais civis da Delegacia do Centro (76ª DP), acusado em inquérito que investigava um crime de roubo. De acordo com o advogado de defesa, Breno Guimarães, o elemento de acusação era uma foto retirada de uma rede social. Entretanto em audiência de inspeção judicial realizada nesta segunda, em que foram apresentadas provas da denúncia, a Justiça absolveu Danillo.

“Ele foi absolvido na audiência porque ficou constatado, na produção de provas, que não daria para atribuir a autoria do fato criminoso ao Danillo. O próprio Ministério Público opinou também pela soltura e não vai recorrer da decisão”, disse o advogado.

Segundo a família, Danillo trabalhava até o início da pandemia como terceirizado na reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Icaraí. Assim que o caso veio à tona, os familiares montaram uma petição online para pedir justiça.

Na justificativa para a prisão, a Polícia Civil informou que o inquérito foi concluído, com base em elementos produzidos durante a investigação e remetido à apreciação do Ministério Público, que por sua vez teria acatado e feito denúncia ao Tribunal de Justiça, que decretou a prisão.

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