domingo, 25 de outubro de 2020

Ex-funcionários de estaleiro protestam contra falta de pagamento

Ex-funcionários do Estaleiro Mauá protestam para garantir a rescisão (Foto: Ibici Silva)

Cerca de 20 ex-funcionários do Estaleiro Mauá se reuniram na manhã desta terça-feira (29), em frente à Estação Arariboia, no Centro de Niterói, para cobrar o pagamento da rescisão e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) da época em que trabalharam na empresa e ainda não foram pagos.

Em setembro de 2018, 140 pessoas foram demitidas do estaleiro e uma terceirizada foi contratada no lugar. A empresa, então, fez um acordo com o Ministério Público (MP) de pagar a rescisão em dez parcelas. A terceira deveria ter sido paga no 5º dia útil de janeiro deste ano, mas segundo os
funcionários isso não aconteceu.

De acordo com o organizador do protesto, Sérgio de Queiroz Soares, a intenção do estaleiro é que eles entrem na Justiça para o acordo acabar e o pagamento ficar suspenso até que saia uma decisão.

“O mesmo aconteceu em 2015, quando três mil pessoas foram demitidas do antigo Estaleiro Eisa Petro-Um. Na ocasião, a rescisão também não foi paga, e o processo corre na justiça até hoje”, afirmou.

Segundo o supervisor de montagem, Raimundo Gomes, o acordo já chegou pronto para os trabalhadores e, mesmo assim, a empresa não está cumprindo.

“O dono do estaleiro fechou a parceria com o Ministério Público sem que a gente pudesse opinar sobre o assunto, tivemos simplesmente que acatar a decisão e ainda assim não está sendo pago”, disse.

Ainda nesta terça, acontecerá uma reunião, às 13h30, na Procuradoria do Trabalho, para averiguar o que pode ser feito para que o estaleiro cumpra sua parte no acordo e os funcionários não precisem recorrer à Justiça.

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2 thoughts on “Ex-funcionários de estaleiro protestam contra falta de pagamento

  1. Sou es funcionários do estaleiro Mauá.
    Entra ano e sai ano eles não pagsm nos colaboradores e essa recuperação judicial não tem prazo é sem validade nunca acaba segundo a Justi no início da recuperação nos informou que seria180 dias mais 180 dias e já temais de 3 anos o reparo está funcionando a todo vapor o cas 2 alugado para GE Niterói plataforma acabou de chegar o portão do Mauá se encontra cheio de pessoas deixando currículo eu não intendo o porquê nosso presidente sonha não viu o nosso setor naval e o nosso caso ja estamos sem sindicato sem ministério do trabalho estamos a deriva sem socorro esse é meu desabafo…

  2. Obrigado plantão enfoco pelo trabalho continuaremos contando com vcs!

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