quarta, 23 de setembro de 2020

Falta d’água há 20 dias na Região Central de Maricá

Moradores relatam que pagam a conta em dia, mas não recebem o serviço. Foto: Ibici Silva

Moradores do bairro de Araçatiba, na Região Central de Maricá, relataram estar sofrendo com as torneiras secas e um racionamento de água forçado na região. De acordo com a população, a situação acontece desde as festas de fim de ano.

Na rua Gilka de Abreu Rangel moradores relatam que o abastecimento foi interrompido há pelo menos 20 dias e até esta sexta-feira (17) ainda não havia sido regularizado, mesmo após diversos contatos com a Cedae.

A aposentada Cristina Vicente, 55 anos, contou que paga as contas em dia, mas devido a qualidade do serviço da concessionária, precisa comprar pipa d’água.

“A casa ficou cheia no feriado do Ano Novo e tive que comprar pipa d’água, pois não houve abastecimento. Me viro como posso, utilizo a água da máquina de lavar para fazer a limpeza do quintal e da casa, tenho uma cisterna, mas mesmo assim não dá vazão”, conta.

Os moradores relatam que o problema se entende pelas ruas 100, 36 e Álvares de Castro. Em um restaurante na Rua Álvares de Castro, principal via do bairro, a conta chega a custar mais de R$1 mil.

“Quando cai água é uma vez por semana. O valor é enorme e não dá conta da demanda que temos, então gastamos ainda mais com pipa d’água”, disse um funcionário que preferiu não se identificar.

Furador de poço, Renato Marques. Foto: Ibici Silva

Já o furador de poço Renato Marques, 53 anos, contou que por conta da falta d’água teve aumento na demanda do serviço prestado por ele.

“Estou furando muitos poços! Na minha casa mesmo tem pelo menos um mês que não cai água”, revelou.

A Cedae informou que realizou reparo emergencial na rede que abastece a localidade, danificada por obra de terceiros.

“O serviço foi concluído no fim da tarde desta quinta-feira (16), e o fornecimento de água foi retomado imediatamente. No entanto, o abastecimento pode levar até 48 horas para ser restabelecido por completo em ruas altas”, afirmou em nota.

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