quinta, 03 de dezembro de 2020

Hemorio bate meta histórica em campanha de Carnaval

Hemocentro alcançou o maior número de doações dos últimos 13 anos (Foto: Divulgação/Governo do Estado)

Com mais de sete mil bolsas de sangue coletadas no período de Carnaval, o Hemorio alcançou o maior número de doações de sangue dos últimos 13 anos no estado do Rio de Janeiro. O número já ultrapassa a meta de captação deste mês, que buscava impedir a queda tradicional de 30% nos estoques durante a festa.

Com as campanhas “Carioca Sangue Bom”, em parceria com a Antarctica, e “Vista a Camisa da Solidariedade”, promovida pelo próprio Hemorio ao lado das escolas de samba da cidade e personalidades conhecidas pelos cariocas, foi possível mobilizar grande parte da população e gerar um resultado que poderá salvar a vida de 30 mil pessoas.

“Gostaria de agradecer pela doação recorde durante esse período. O objetivo é garantir os estoques de plaquetas, um dos componentes do sangue que possui tempo de vida muito mais curto, durando apenas cinco dias. Com isso, é fundamental renovar periodicamente a captação de sangue, contando com o apoio da população”, declarou o diretor geral do Hemorio, Luiz Amorim.

O secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, também agradeceu a todos os doadores.

“Cumprimos nosso primeiro objetivo, que era superar a marca negativa que ocorria todo ano no Carnaval e agora continuamos o trabalho para que nossos estoques estejam sempre cheios para atender quem precisar. Isso só é possível com a ajuda da população, que está nos ajudando a fazer história. Contamos com a colaboração de todos”, afirmou.

Como doar

Para se tornar um doador, basta procurar o Hemorio, responder o questionário de avaliação, ter boa saúde, pesar mais de 50 quilos, ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior e ter entre 16 e 69 anos. Também é recomendado não estar em jejum. Além disso, é necessário apresentar documento com foto, válido em todo território nacional.

Os voluntários não podem ter tido hepatite após os dez anos, nem estar expostos a doenças transmissíveis pelo sangue (sífilis, AIDS, hepatite e doenças de chagas). Mulheres grávidas ou amamentando e usuários de drogas não podem doar sangue.

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