terça, 27 de outubro de 2020

Iabas faz reunião para definir abertura de hospital de SG

Organização pode ser substituída por um consórcio privado. Foto: Pedro Conforte

O Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) participa de uma reunião, nesta segunda-feira (1º), com representantes do Governo do Estado do Rio, para definir o cronograma de abertura do hospital de campanha de São Gonçalo.

Segundo o próprio instituto, “O Iabas só vai se manifestar após esse encontro”. O local, horário e pauta da reunião, no entanto, não foram informados.

Na última sexta-feira (29), o Governo do Estado informou, através de nota, que estaria negociando com um consórcio privado para assumir a gestão dos hospitais de campanha para tratamento de pacientes graves da Covid-19, após atraso na entrega pela organização social.

A reunião contou com a presença do governador Wilson Witzel e representantes do Iabas; os secretários estaduais de Saúde, Fernando Ferry; de infraestrutura e Obras, Bruno Kazuhiro; além de representantes da Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro e do Sindicato dos Hospitais do Rio.

Respiradores

A organização social responsável pelos hospitais de campanha do Rio, o Iabas, informou que desde o dia 25 de maio encontram-se parados no aeroporto Galeão 135 respiradores que seriam distribuídos para São Gonçalo, Nova Iguaçú, Duque de Caxias e Maracanã.

“Os aparelhos vieram da China e aguardam liberação da Anvisa para seguirem para os hospitais. O Iabas adquiriu 500 respiradores da empresa Shenzhen Comen Medical e o calendário de entrega desses aparelhos vai até junho”, informou a nota.

Adiamentos

Com mais de um mês de atraso, o Iabas já adiou por diversas vezes a abertura do Hospital de Campanha de São Gonçalo.

Na última semana, o Instituto afirmou que iria abrir a unidade na quarta-feira (27). Porém, no dia que deveria ter sido a inauguração, a organização social atrasou novamente a entrega para a quinta-feira (28), depois para a sexta-feira (29) e, por fim, não deu mais data para abertura.

Segundo informações do Iabas, o piso do hospital teria sido contaminado por piche. O material, segundo a OS, foi levado até lá por seguranças do deputado Filippe Poubel, “que pularam o muro para entrar na área e ameaçaram colaboradores”, na última quarta-feira.

Publicada às 11h20

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