sexta, 27 de novembro de 2020

Idoso de 76 anos é a décima vítima fatal da Covid-19 em Maricá

Hospital Che Guevara
Novo hospital de Maricá inaugurado nesta sexta-feira (1º). Foto: Ibici Silva

A Secretaria de Saúde de Maricá confirmou, na tarde desta sexta-feira (1º), o 10º óbito relacionado à Covid-19 no município. Trata-se do caso de um paciente de 76 anos, morador de Inoã, que apresentava quadro de diabetes e cardiopatia. Foi atendido em um hospital privado de Niterói, no dia 7 de abril, mas evoluiu a óbito poucos dias depois.

Ainda nesta sexta, foi liberado o laudo do teste realizado pelo Laboratório Noel Nutels (Lacen) com o resultado de confirmado para SARS Cov2. A equipe de Vigilância Epidemiológica e a Rede de Atenção Básica permanecerão monitorando a família, segundo afirmou a Prefeitura.

Até o início da noite desta sexta (1º), a Secretaria de Saúde do município ainda não havia atualizado o boletim epidemiológico. No entanto, nesta quinta (30), a cidade tinha 75 casos confirmados, 137 casos suspeitos, 101 descartados e 29 curados pela Covid-19.

Inauguração de Hospital

Autoridades de Maricá apresentaram à imprensa o funcionamento do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, inaugurado nesta sexta-feira (1º). A visita foi orientada pela secretária de Saúde, Simone Costa, que explicou todo o processo de atendimento da nova unidade, que será destinada inicialmente a pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Segundo a secretária, o paciente só é atendido após ser referenciado pela UPA (em Inoã), Hospital Municipal Conde Modesto Leal (Centro), Posto de Saúde 24h Santa Rita (Itaipuaçu) ou por um dos três polos de atendimento montados no Centro, em Ponta Negra e Itaipuaçu. O atendimento de livre demanda, em que o paciente vai às unidades se consultar não será realizado nesta primeira etapa.

“Quando o paciente chega, pela entrada de ambulância é acolhido por um médico que o avalia para confirmar se há alguma instabilidade ou processo mais grave que necessite de entubação. Isso acontece na sala de trauma de onde ele vai direto para o CTI. Já se o paciente estiver estável e não precisar de respirador é encaminhado para um dos leitos de retaguarda, onde é acompanhado mais de perto”, explica Simone Costa.

A secretária disse ainda que até a alta do paciente, há um protocolo a ser seguido. “Após ser liberado do CTI, por exemplo, o paciente será encaminhado a um leito de retaguarda e de lá para sua residência”, diz Simone Costa.

Inicialmente o novo hospital municipal não vai fará nenhuma cirurgia eletiva. O centro cirúrgico vai dar suporte ao paciente que necessitar, por exemplo, de uma traqueostomia.

“No CTI são 9 leitos e um isolamento cada, totalizando 20 leitos. E tem também a parte de estabilização com cinco leitos. Então, temos no total 25 respiradores. Num primeiro momento, nós vamos receber nossa demanda própria. Chegando mais respiradores, nós vamos montando mais áreas. Mas tudo vai depender do número de pacientes infectados. Começou a apresentar mais casos, com maior gravidade, a gente vai fechando as enfermarias que são com dois leitos e transformando em pequenos CTIS alocados num grande corredor”, frisou.

Antes de receber os primeiros pacientes, haverá uma desinfecção no hospital. “Quando acabar o evento de inauguração como entrou muita gente, a equipe fará a desinfecção total da unidade. Após essa desinfecção, é que a gente vai trabalhar a saída dos pacientes do Hospital Conde para o Che Guevara”, concluiu a secretária.

Publicado às 19h15. Em atualização…

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