sexta, 30 de outubro de 2020

Mais mulheres em cargos de direção e chefia em autarquia de Maricá

Mulheres Codemar
Número de mulheres é maior que homens em cargos de chefia e direção. Foto: Divulgação

No dia oito de março, Dia Internacional da Mulher, a Companhia de Desenvolvimento de Maricá – Codemar tem motivo para celebrar esta data que só existe no calendário mundial por conta de mulheres que entenderam que o lugar delas é onde elas quiserem. Com isso, hoje a companhia dispõe de excelentes profissionais que contribuem para que a empresa seja uma referência nacional em desenvolvimento.

De oito diretorias da companhia, cinco são lideradas por mulheres: Marta Luiza da Silva Magge, Diretora de Operações Comerciais; Yanna Neiva, Diretora Jurídica; Daniele Pessoa, Diretora de Operações; Luciana Postiço, Diretora de Obras e Projetos e Vanessa Teixeira Barros, Diretora de Controle Interno. Além das diretorias, existem outros setores de importância executiva que as mulheres optaram por ocupar, como o Setor de Compliance que é dirigido pela advogada Dryene Tavares; a Auditoria Interna, sob a responsabilidade de Tuyanne Barbosa e a Chefia de Gabinete, que está sob o comando de Mônica Xavier.

A Codemar começou a dar seus primeiros passos rumo ao desenvolvimento ainda muito cedo e, em seu quinto ano de existência de ações voltadas ao trabalho aponta, na prática, à política de igualdade e valorização de gêneros. Reflexo disso é o quadro de mulheres em cargos estratégicos acima do comum, se comparado a outras empresas similares.

Para o Presidente da Codemar, José Orlando Dias, essa participação das mulheres no corpo de trabalho da companhia é respaldado na competência que as mesmas possuem.

“Para nós homens, em nossa convivência com as mulheres, aprendemos todos os dias como ser seres humanos melhores. Obrigado por vocês existirem em nossas vidas e por fazerem da Codemar uma empresa melhor”, disse o Presidente.

De acordo com a pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a participação da mulher no mercado brasileiro tem perspectiva de crescimento em números maiores que a dos homens até 2030, fruto de uma mudança cultural, lutas por diretos igualitários e qualificação da mão de obra feminina.

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