sexta, 18 de setembro de 2020

Mutirão de entrega dos Correios acontece neste fim de semana

Correio
Expectativa da empresa é realizar a entrega de um volume 4 vezes maior de encomendas, em fins de semana. Foto: Divulgação

Os Correios realizarão mutirões de entrega em todo o país neste sábado (22) e domingo (23). A força-tarefa faz parte do plano de contingência da empresa, que visa minimizar os impactos à população diante da paralisação parcial do efetivo.

Com o apoio dos empregados da área administrativa, que vão auxiliar na operação, e o remanejamento de veículos – entre outras medidas, a expectativa da empresa é realizar a entrega de um volume 4 vezes maior de encomendas, em fins de semana.

Segundo os Correios, a iniciativa demonstra o compromisso da empresa com a qualidade operacional e com os clientes, neste momento em que os serviços da estatal são ainda mais essenciais aos brasileiros.

As agências estão abertas com a oferta de serviços e produtos, inclusive o SEDEX e o PAC, que continuam sendo postados e entregues. A empresa informa ainda que permanecem temporariamente suspensos os serviços com hora marcada, medida em vigor desde o anúncio da pandemia.

Por motivo de decretos municipais ou estaduais, ou devido aos protocolos preventivos adotados pelos Correios – como sanitização de ambientes -, algumas unidades de atendimento poderão sofrer alterações em seu funcionamento.

Para mais informações, os clientes podem entrar em contato pelos telefones 3003-0100 e 0800 725 0100 ou pelo site.

Direitos preservados

Segundo a nota dos Correios, com respaldo da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), bem como das diretrizes do Ministério da Economia, a proposta da empresa não retira nenhum direitos dos empregados. A proposta apenas promove adequações aos benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a estatal ao que é praticado no mercado.

Conforme amplamente divulgado, a diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção sugeridas na proposta da empresa é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações das federações representativas do empregados, por sua vez, custariam quase R$ 1 bilhão à estatal – dez vezes o lucro obtido em 2019. Trata-se de uma proposta impossível de ser atendida.

Importante frisar que os vencimentos de todos os empregados também seguem resguardados. Os trabalhadores continuam tendo acesso ao benefício Auxílio-creche e aos tíquetes refeição e alimentação, em quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada trabalhador.

Estão mantidos ainda – aos empregados das áreas de Distribuição/Coleta, Tratamento e Atendimento -, os respectivos adicionais.

Os Correios se veem obrigados a zelar pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. Isso significa também repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, a estatal persegue dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos.

Um movimento paredista agrava ainda mais a debilitada situação econômica da estatal. A instituição confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, para trazer o mínimo de prejuízo possível para a população.

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