segunda, 08 de março de 2021

‘Não houve aglomeração’, diz Prefeitura de SG sobre Carnaval

Bares na rua Jaime Figueiredo, em São Gonçalo. Foto: Via Grupo Plantão Enfoco

Após a extensa programação de festas divulgada desde a última sexta-feira reunindo multidões em comunidades de São Gonçalo, e com bares e restaurantes lotados, a prefeitura informou não ter constatado nenhuma aglomeração ou irregularidade na cidade durante todo o período de Carnaval.

De acordo com a administração municipal foram fiscalizadas praças, clubes, casas noturnas e restaurantes abertos na cidade nos quatro dias de folia.

No entanto, flagrantes de aglomeração em bares na Rua Jaime Figueireido, conhecida como Rua da Caminhada, no bairro Parada 40, viralizaram as redes sociais.

Além disso, bailes em comunidades também chamaram a atenção, como o Baile da China, no Pita, e Pistão de Las Vegas, no Jardim Catarina.

Niterói

Na cidade vizinha, a Secretaria Municipal de Ordem Pública de Niterói informou que a Fiscalização de Posturas, com o apoio da Guarda Municipal, fiscalizou mais de 52 denúncias apenas no último final de semana.

Ainda de acordo com a prefeitura foram lavrados 17 autos de infrações em estabelecimentos que descumpriram as normas estabelecidas nos decretos, como realizar evento no carnaval, aglomeração, falta de uso de máscaras tanto de clientes como de colaboradores, servir clientes em pé, uso do passeio público sem a devida autorização para colocação de meses de cadeiras e ainda quiosques que estavam funcionando fora do horário permitido.

Nesta terça-feira (16) o evento clandestino ‘Serrão Folia’ foi amplamente divulgado previsto para acontecer no bairro Cubando, na zona norte da cidade. No entanto o 12º Batalhão de Niterói informou ter feito a repressão do evento e impedido a irregularidade.

Riscos

Edimilson Migowski, pesquisador e médico infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alertou sobre uma possível sobrecarga nos hospitais públicos e privados após as festas de carnaval.

“O que são três dias de folia e brincadeira, e depois chorar a vida inteira? O grande problema são as pessoas relaxarem e daqui uma semana sobrecarregar os hospitais tanto público quanto privado. A doença é democrática que vai acometer todas as pessoas, mas com maior frequência aquelas que mais negligenciaram as medidas de prevenção”

O médico Infectologista e Epidemiologista, Bruno Scarpellini, alerta tanto para o risco de transmissão quanto para a criação de novas variantes.

“Os principais riscos é manter a cadeia de transmissão ao aumentar a transmissão comunitária e voltarmos a ter a terceira onda de Covid-19. Quando as pessoas levam essa doença para seus lares, ambientes de trabalho e pessoas com quem elas se relacionam, isso aumenta o risco também de circulação de novas variantes, seja variante amazônica ou inglesa, já vistas no Brasil, ou a criação de novas variantes”

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