segunda, 25 de janeiro de 2021

Noite de Natal debaixo d’água em Niterói e São Gonçalo

Rua Amerino Wanick, no Barreto, ficou alagada. Foto: via grupo Plantão Enfoco

Ruas alagadas, rios transbordando e água invadindo casas. Essas são algumas das dificuldades enfrentadas pelos moradores, após as poucas horas de temporal que atinge em cheio as cidades de Niterói e São Gonçalo em plena noite de Natal, nesta sexta-feira (25).

Da Zona Norte à Zona Sul, Niterói já contabiliza uma série de transtornos causados pelas chuvas. A cidade avançou dois estágios em pouco mais de uma hora de temporal. Às 18h, o Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil informou que o município havia entrado em atenção. Já às 19h20, esse status mudou para o de alerta.

Os motoristas que precisaram trafegar pela Alameda São Boaventura, uma das vias principais que corta a cidade, no bairro do Fonseca, na Zona Norte, encontrou muita dificuldade. O córrego posicionado ao centro das pistas acabou transbordando e parte das faixas ficou intransitável, como nas imagens abaixo.

Via grupo Plantão Enfoco

Moradores do Barreto, Tenente Jardim e Engenhoca, todos na Zona Norte, também registraram diversos pontos de alagamento. Na Zona Sul, bairros como Icaraí e Ingá apresentaram bolsões e ruas cheias durante o temporal. Pelas redes sociais, o prefeito Rodrigo Neves (PDT) informou que sirenes da Defesa Civil foram acionadas em, pelo menos, três comunidades da cidade.

Em nota, a Secretaria Municipal de Defesa Civil e Geotecnia de Niterói informou que, na última hora, os maiores acumulados foram no Barreto (61 mm), Coronel Leôncio (45,8 mm), Morro do Estado (43 mm), Morro do Bumba (42,8 mm), Bonfim (41 mm) e Rio do Ouro (39,4 mm).

A Defesa Civil pediu ainda que os moradores de áreas de risco dessas localidades para se abrigarem em locais seguros. Em caso de emergência, é possível ligar para os telefones 199 ou 2620-0199.

São Gonçalo

Rua no Gradim ficou submersa. Foto via grupo Plantão Enfoco

Em São Gonçalo, os transtornos causados pelas chuvas não foram diferentes e já começaram a aparecer, mesmo sem a água dar uma trégua. Moradora da Rua Nilo Cairo, no bairro do Gradim, a estudante de Pedagogia, Luana da Silva, de 22 anos, relata os momentos de desespero.

“Tiramos do baixo tudo que conseguimos. É muito ruim você ver suas coisas indo embora na enchente ou até mesmo não poder ter uma coisa nova com medo de perder na chuva”, diz.

Procurada, a Defesa Civil de São Gonçalo ainda não emitiu um posicionamento sobre o número de ocorrências na cidade.

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