quarta, 21 de outubro de 2020

Pandemia: ambulantes retirados das ruas da Zona Oeste do Rio

Agentes também recolheram centenas de quilos de alimentos armazenados em condições precárias. Foto: Divulgação/Ascom Rio

A Prefeitura do Rio orientou 74 ambulantes a desocuparem áreas comerciais de cinco bairros da Zona Oeste, nesta terça-feira (26). Coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), a força-tarefa formada por diversos órgãos municipais passou por Sulacap, Realengo, Bangu, Campo Grande e Santa Cruz, verificando o cumprimento do decreto municipal de combate à pandemia pelo comércio em geral (tanto ambulante como lojista), a fim de evitar aglomerações.

Durante as ações, os agentes municipais encontraram a maioria dos estabelecimentos fechados (590). Em Sulacap, as equipes apreenderam diversos itens (20 kg de doces, salgadinhos e biscoitos, 130 bebidas, 102 acessórios para celular e um carrinho) deixados por ambulantes sob um viaduto. As mercadorias estavam em péssimas condições de armazenamento, sendo encontradas até larvas de moscas nas caixas. Nos dois bairros, 12 ambulantes foram orientados a se retirar, e 700 quilos de resíduos sólidos foram recolhidos.

Em Bangu e Campo Grande, os agentes dispersaram 42 ambulantes, e dois estabelecimentos foram fechados por desacordo com o decreto municipal. No calçadão de Bangu, uma banca de jornal foi orientada a retirar excessos de mercadorias do espaço público. Já em Santa Cruz, nenhuma loja foi encontrada aberta, e 20 ambulantes tiveram que recolher seus produtos.

Em pouco mais de dois meses de ações diárias em toda a cidade (18 de março a 25 de maio), a Seop registrou 19.742 estabelecimentos fiscalizados, registrando 14.318 pontos comerciais fechados.

Disk Aglomeração atendeu mais de 7,5 mil solicitações

Outra frente de fiscalização coordenada pela Seop – com a participação de guardas municipais e policiais militares (Programa Rio+Seguro) –, o Disk Aglomeração atendeu 7.545 ocorrências, de 31 de março até a última segunda-feira (25). Os bairros mais demandados, até a data, foram: Campo Grande, Realengo, Bangu, Santa Cruz, Barra da Tijuca, Taquara, Tijuca, Centro, Copacabana e Recreio dos Bandeirantes.

O serviço de dispersão de pessoas funciona, principalmente, com base em chamados feitos à Central 1746. No planejamento operacional, a prioridade é para demandas como aglomerações em estabelecimentos comerciais essenciais e em áreas públicas de lazer.

Publicada às 14h33

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