sábado, 05 de dezembro de 2020

Pandemia pode atrasar obras na Ilha da Boa Viagem

Obras já estão em andamento na ilha, mas prazo pode ficar comprometido. Foto: Pedro Conforte

A reabertura da Ilha de Boa Viagem, na Zona Sul de Niterói, pode ficar ainda mais distante. Nesta terça-feira (5), a Prefeitura, através de publicação no Diário Oficial, divulgou o resultado do processo licitatório que visa a execução das obras de restauração do castelo, da Capela Nossa Senhora da Boa Viagem e do fortim. Mas apesar da divulgação, a empresa vencedora da licitação ainda não informou quando as obras terão início considerando a pandemia do novo coronavírus.

Em julho de 2019, o Executivo apresentou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) um projeto para a recuperação do local. A ilha está fechada desde 2016, após uma reabertura relâmpago que durou menos de um ano. No mesmo ano, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) também concedeu a anuência permitindo o município a realizar as intervenções.

O projeto será executado pela LCD Construções e Serviços Eireli, uma empresa de construção de edifícios, registrada no Centro de Niterói. O valor do investimento é de R$ 5,5 milhões.

Monumentos do século XVII

 Na ilha haverá restauração do castelo, da Capela Nossa Senhora da Boa Viagem e do fortim. Foto: Pedro Conforte
Na ilha haverá restauração do castelo, da Capela Nossa Senhora da Boa Viagem e do fortim. Foto: Pedro Conforte

A ilha de Boa Viagem é um marco natural de Niterói, ligando-se ao continente através de uma ponte de concreto. O local abriga a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, construída no século XVII e as ruínas de um fortim, que fazia parte do sistema defensivo da Baía de Guanabara.

Já o ‘castelo’ foi construído na década de 1940, servindo de sede dos escoteiros do mar.

A esses acervos arquitetônicos se somam as longas escadarias, intercaladas de patamares e de rampas, que valorizam o conjunto da ilha.

A Emusa informou que com a homologação poderá iniciar a elaboração de contrato com a empresa vencedora da licitação, mas ressalta que por conta do período de pandemia, o cronograma de obras pode ser reavaliado.

Considerando que as obras de restauração serão iniciadas apenas após a conclusão das obras de contenção da área. O prazo para conclusão é de 12 meses, a partir da assinatura da ordem de início.

Todos os projetos foram apresentados ao Iphan e só tiveram continuidade após a aprovação do órgão, que acompanha todo o procedimento para a realização das obras.

Publicada às 12h30

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