terça, 01 de dezembro de 2020

Sindicato de professores do Rio não quer volta às aulas

SINPRO-RIO diz ainda que a testagem é obrigatória para o início das atividades presenciais dos professores. Foto: Arquivo/ Agência Brasil

O Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SINPRO-RIO), emitiu em seu site oficial uma nota em que comenta a decisão do Tribunal de Justiça do Rio (TJ) que anunciou nesta quarta-feira (30), o retorno das aulas nas escolas privadas no município do Rio, a partir de 01 de outubro.

Uma assembleia virtual para debater o assunto está marcada para acontecer no próximo sábado (03), às 14 horas.

De acordo com o comunicado, os advogados do SINPRO-RIO estiveram na audiência e, junto com o Ministério Público e a Defensoria Pública, fizeram a defesa da vida pelo não retorno das atividades presenciais agora, nas escolas e universidades privadas.

Segundo a nota, no dia 15 de outubro, haverá outra audiência, esta no Tribunal Regional do Trabalho, que decidirá sobre o retorno às aulas presenciais.

O comunicado diz ainda que, nesse processo, as escolas e universidades devem seguir a determinação do Tribunal Regional do Trabalho de não convocação de professores pertencentes aos grupos de risco ou que residam com alguém da família nessa situação.

SINPRO-RIO diz ainda que a testagem é obrigatória para o início das atividades presenciais dos professores.

A nota finaliza dizendo que o sindicato “se solidariza com as famílias dos mais de 140 mil Brasileiros e Brasileiras mortos pela COVID-19 e conclama a categoria a seguir em greve pela vida, pois os índices de mortalidade e de contaminação no Estado do Rio de Janeiro estão em alta”, informou o comunicado.

A prefeitura se manifestou sobre a decisão do TJ, dizendo que, de acordo com a Subsecretaria de Vigilância Sanitária e o Comitê Científico, as escolas privadas têm condições sanitárias de voltar às aulas, se assim quiserem. “Cabe deixar claro que são os estabelecimentos privados que decidem se voltam às atividades. A prefeitura somente autoriza o retorno aos locais do ensino privado desde que cumpridas as rígidas regras sanitárias”, informou a prefeitura, em nota.

Com Agência Brasil


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