quarta, 25 de novembro de 2020

Vídeo: jacaré surpreende na Região Oceânica de Niterói

Cena foi filmada por moradores de Niterói. Vídeo via Grupo Plantão Enfoco

O vídeo de um jacaré no Canal de Camboatá, na Região Oceânica de Niterói, ‘viralizou’ nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (28).

A cena foi registrada por moradores da cidade, mas a data da gravação ainda não foi confirmada. Nas imagens, de 27 segundos, que foram feitas de longe do animal, uma pessoa comenta: “Aí, pessoal. Jacaré na entrada de Camboinhas. Olha o tamanho da criança. Vai dar mole lá, andar de jetski na lagoa para ver o que acontece agora. Esse é só um, disseram que tem mais aparecendo aqui”.

Em outro vídeo, de 51 segundos, o jacaré aparece dando bote em um outro animal e uma pessoa relata sobre o tamanho do réptil: “Olha o tamanho do bicho”, fala, surpreendida.

O presidente da Associação Livre dos Pescadores e Amigos da Praia de Itaipu (AlPAPI), Aurivaldo José Almeida, conhecido como Barbudo, informou que é comum o surgimento de jacarés naquele local.

“Eles vão nadando por todas as lagoas da região. É sempre surpreendente, mas é comum eles aparecerem”, contou.

A Guarda Ambiental de Niterói informou que os jacarés fazem parte da fauna existente na região que engloba os manguezais e Lagoas de Itaipu e Piratininga. Os animais são monitorados pela Guarda Ambiental e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

“Não há registro de ataques desses répteis a animais domésticos ou a pessoas. A Guarda Ambiental ressalta que é importante que a população respeite os limites do ecossistema e das áreas de proteção ambiental. Caso algum jacaré seja visto, fora ou dentro dos limites das áreas de proteção, a orientação é para que as pessoas não se aproximem ou tentem realizar o resgate. Nestes casos, a recomendação é avisar imediatamente a Guarda Ambiental através do número 153, que atende no Centro Integrado de segurança Pública (Cisp), para que as equipes possam avaliar a situação e analisar o procedimento que deverá ser adotado”, informava a nota.

Em casos específicos, a Guarda Ambiental realiza a contenção do animal e, em seguida, faz a soltura, que pode ser nos limites do Parque Estadual da Serra da Tiririca ou na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim.

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