sexta, 30 de julho de 2021

Empregabilidade em tempos de pandemia

A retomada do mercado de trabalho também depende da contenção da pandemia. Foto: Arquivo

O ritmo de recuperação econômica desacelerou na reta final de 2020 e a maioria das empresas não conseguiu segurar a onda sem eliminar as perdas da primeira onda da Covid-19.

O setor de serviços foi o mais impactado pela pandemia, ainda não controlada, devido à impossibilidade de retornar 100% as atividades, se adequando a todo protocolo determinado e, agora, com as novas restrições, vive novas ameaças devido à nova onda e redução nos auxílios dos governos, que fomentam o consumo.

A retomada de 2021 depende da vacinação em massa e controle da pandemia, que já conta com 400 mil mortos no país e vive seu pior momento.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que praticamente todos os setores fecharam no vermelho. O consumo das famílias é o motor da economia, que precisa crescer para voltar ao nível que estava antes do coronavírus, e as expectativas são desafiadoras.

Os impactos negativos têm grande influência também no número de vagas ofertadas pelas empresas, impactando no aumento de pessoas desempregadas. O nível de desemprego torna-se elevado e as chances de empregabilidade são observadas, de forma que pessoas com melhor formação, sejam elas técnica profissionalizante ou aqueles que investem numa graduação e cursos de atualização na área de atuação, potencializam os seus resultados em termos de empregabilidade.

Investir em conhecimento em tempos de pandemia tem vários fatores positivos que te colocam em condição de aprendizagem e evolução.

O auxílio emergencial funcionou como uma transferência de renda para proporcionar que a roda da economia girasse.
Estamos chegando em maio e a vacina chegou a quase 7% da população, e deve gradativamente atingir um maior grupo, impactando lentamente, por conta de um cenário econômico ainda enfraquecido, que ainda “paga a conta” da primeira onda da Covid-19.

A retomada do mercado de trabalho também depende da contenção da pandemia, com alguns setores ainda represados, principalmente o de serviços, representados pelas pequenas e médias empresas, conforme a vacinação for aumentando, tende a normalizar. Lembrando a representatividade, já que o setor de serviços é o que mais emprega no país.

Mesmo no cenário otimista de vacinação em massa e retorno gradual do setor de serviços, a avaliação é que a economia brasileira só deverá conseguir voltar ao ponto que estava antes da pandemia a partir de 2022, segundo pesquisadores.

Karinne Pierre é gestora de Departamento Pessoal, Técnica de Recursos Humanos e especialista em Legislação Trabalhista e Previdenciária.

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