sábado, 06 de março de 2021

Belo deixa presídio no Rio

Publicada às 11h35. Atualizada às 12h40.

A saída foi tumultuada com fãs apoiando o cantor do lado de fora. Foto: Marcelo Tavares

O cantor Belo deixou o presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira (18).

Por volta das 11h20, o cantor deixou a unidade prisional e se encaminhou para o carro, sem falar com a imprensa. A saída foi tumultuada, com fãs apoiando o cantor do lado de fora.

Bastante abatido, Belo passou a madrugada na cadeia e saiu horas depois de ser concedido Habeas Corpus pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, do Tribunal de Justiça do Rio, por volta de 1h desta quinta-feira (18).

Vida normal

De acordo com o advogado do cantor, Jeferson Carvalho, a partir de agora, Belo segue vida normal e as investigações vão prosseguir. A defesa do cantor diz que acredita ainda que ele não deve ser indiciado pela polícia.

“Agora as investigações vão seguir e os documentos que foram apresentados ontem [quarta] são suficientes de que o Belo não tem envolvendo com o tráfico e nem é o responsável pela aglomeração. Ele agora é um homem livre, vamos ver e aguardar o desenrolar das investigações, mas acredito que ele não deverá nem ser indiciado”, aposta o advogado.

O cantor foi preso pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) na tarde desta quinta. Segundo a polícia, o artista participou de um show em um CIEP, no último dia 13, no Parque União, na comunidade da Maré, na Zona Norte da cidade.

A defesa do cantor, disse ainda, em nota, que associá-lo a “qualquer ligação com o tráfico do Parque União ou qualquer outra localidade, não passa de uma triste ilação que tenta defender o indefensável e que Belo não pode ser responsabilizado por nenhuma aglomeração, pois esteve na comunidade do Parque União tão somente para fazer o seu trabalho, previamente contratado por empresa, cujo contrato constam nos autos, não podendo ser o cantor responsabilizado por atos que são inerentes ao contratante e por conseguinte do poder público, que é quem deveria resguardar a população de qualquer perigo de contágio”, diz o comunicado.

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