quinta, 04 de março de 2021

Cauby Peixoto: 90 anos da eterna voz do Brasil

Cauby atuou em diversas boates do Rio. Foto: Divulgação

Cauby Peixoto se fosse vivo, completaria 90 anos nesta quarta-feira (10). Em sua homenagem, foi celebrada uma missa na manhã desta quarta-feira (10), na Igreja de Nossa Senhora da Lampadosa, no Centro do Rio de Janeiro. Cerca de 200 pessoas participaram da missa.

O cantor niteroiense, nascido no bairro Ingá, iniciou a carreira no início da década de 1950 e foi um grande nome do Música Popular Brasileira. Nascido em uma família que legou à MPB vários músicos e cantores, Cauby foi aclamado pelos fãs como ‘Rei do Rádio’.

Cauby atuou em diversas boates do Rio e gravou o seu primeiro disco pelo selo Carnaval em 1951 com o samba “Saia Branca”, de Geraldo Medeiros e a marcha “Ai, que carestia!”, de Victor Simon e Liz Monteiro.

Ao longo da carreira recebeu homenagens de diversos compositores que fizeram músicas especialmente para ele cantar, entre eles Benito Di Paula com “Velas ao vento”, Tom Jobim com “Oficina”, Jorge Benjor, “Dona culpa”, Roberto e Erasmo Carlos, “Brigas de amor” e Caetano Veloso com “Cauby! Cauby!”.

Em 2011, quando celebrou seus 80 anos de nascimento foi lançada uma caixa com três CDs intitulada “Cauby, o mito” que incluiu a composição inédita “Minha voz, minha vida” de Caetano Veloso. Ainda em 2011 foi homenageado na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, onde recebeu a Medalha Tiradentes. No mesmo ano, comemorou dez anos de apresentações ininterruptas, todas as segundas-feiras no Bar Brahma, na esquina entre as avenidas Ipiranga e São João.

Em 2016, um decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro deu seu nome a um túnel, o “Túnel Cantor Cauby Peixoto”, com 190 metros de extensão. Em 2017, um ano após sua morte, foi homenageado pelo cantor Agnaldo Timóteo que lançou o CD “Obrigado Cauby”, no qual interpretou clássicos do cantor, entre os quais, “Conceição”, “Bastidores” e “Ninguém é de ninguém”. 

Cauby morreu no dia 15 de maio de 2016, após ser internado para tratar uma pnemunia,em um hospital em São Paulo.
Sua última apresentação foi no dia 3 de maio de 2016, no Teatro Municipal do Rio de Janero.

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