segunda, 25 de janeiro de 2021

Fla mira reformulação e prepara “barca” de até nove jogadores

A crise vivida pelo Flamengo na reta final da temporada 2020 vem gerando agitação nos bastidores. Com várias reuniões nos últimos dias, a intenção é não tomar nenhuma decisão radical precipitada. No entanto, o clube já planeja uma “barca” de até nove jogadores.

Criticado pela torcida, Léo Pereira deve sair. Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

A reformulação do elenco é vista como positiva no intuito de renovar os ares. Manter a espinha dorsal vencedora de 2019 e buscar algum lucro com peças que não se adaptaram ou tiveram queda de rendimento em 2020 é a meta para o início de planejamento da temporada 2021.

Os nomes mais cotados para saírem são César, Gabriel Batista, Gustavo Henrique, Léo Pereira, Lincoln, Michael, Renê e Vitinho.

Os dois primeiros são goleiros revelados pelo clube e vistos com potencial de venda, já que, com Diego Alves e Hugo como principais opções, ambos têm poucas chances de atuar pelos profissionais.

Já Gustavo Henrique e Léo Pereira são considerados investimentos que não vingaram na zaga rubro-negra. Com a saída de Pablo Marí, nenhum dos dois conseguiu encaixar dupla com Rodrigo Caio – fazendo com que o nível de atuações defensivas caísse bastante.

Michael, contratado como revelação do Goiás, acabou não emplacando num ataque recheado de estrelas como Gabigol, Pedro, Bruno Henrique e Arrascaeta. Vitinho vive situação parecida: mesmo com potencial reconhecido, não conseguiu engrenar com a camisa do Flamengo.

Lincoln é quem tem a situação mais específica. Em conflito com a diretoria rubro-negra, o jogador está afastado desde o mês de dezembro e já teve algumas negociações fracassadas por falta de acordo. O clube pretende lucrar, mas vê o seu valor de mercado cair conforme o tempo passa.

A necessidade de negociação destas peças também passa pela situação financeira do Flamengo. Sem as premiações milionárias referentes aos títulos de 2019, o clube precisará apertar os cintos para não ver os gastos ultrapassarem a arrecadação.

O novo balanço prevê uma arrecadação total de quase R$ 1 bilhão, sendo R$ 160 milhões só em vendas de jogadores – algo considerado ambicioso, visto que dobraria o valor arrecadado na temporada passada.

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