sexta, 22 de janeiro de 2021

Vasco venderá “tokens” e espera ter R$ 10 milhões em um mês

O Vasco lançou um projeto inovador no mundo do futebol. Em uma parceria com a MBDA, do Grupo Bitcoin, do mercado de criptomoedas, e venderá “tokens” – moedas digitais que representam ativos reais – de jogadores revelados pelo clube.

A primeira leva de “tokens”, com 12 atletas formados em São Januário, para que o torcedor possa se tornar uma espécie de investidor, será lançada no próximo dia 8. Cada “token” custará R$ 100.

Serão os seguintes jogadores: Douglas Luiz (Aston Villa-ING), Allan (Everton-ING), Souza (Besiktas-TUR), Philippe Coutinho (Barcelona-ESP), Alex Teixeira (Jiangsu Suning-CHI), Paulinho (Bayer Leverkusen-ALE), Evander (FC Midtjylland-DIN), Luan (Palmeiras), Matheus Vital (Corinthians), Alan Kardec (Chongqing Lifan), Marrony (Atlético-MG) e Nathan (Boavista-POR).

A ideia, pioneira no mundo da bola, é que o torcedor invista e receba no futuro um percentual, de acordo com investimento feito, do valor do mecanismo de solidariedade da Fifa que caberá ao Vasco como clube formador. O Cruzmaltino quer arrecadar R$ 10 milhões no primeiro mês de vendas, quitando o aporte inicial cedido pela empresa parceira.

– Para o clube é muito vantajoso. É uma receita incerta e diluída no tempo. Quando o clube consegue adiantar essa receita, consegue investir e aplicar hoje. E o legal é que esse token acompanha o atleta por toda carreira – explicou Gustavo Chamati, sócio e fundador do Mercado Bitcoin.

Phillippe Coutinho é um dos nomes do primeiro token (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

A expectativa no clube é enorme pela recepção e adesão da torcida ao projeto.

– Estamos muito otimistas por se tratar de um projeto inovador e pioneiro. Eu, particularmente, tenho a expectativa de que em menos de 30 dias a gente consiga vender os 20% que serão disponibilizados, arrecadando R$ 10 milhões. Tenho conversado com investidores, e tem muita gente animada com esse produto. Apesar de ser um investimento de risco, é inovador e mexe com a torcida. É um ativo tangível, os jogadores que estão na cesta são jogadores de mercado, em atividade. Eu acredito que vai ser um sucesso – afirmou Anderson Santos, diretor financeiro do Vasco.

No total, o clube estima arrecadar R$ 50 milhões com esses tokens. A intenção é criar uma parceria duradoura, com novos tokens contendo outros atletas em um futuro próximo. Internamente, acredita-se que o projeto será um sucesso e chegará a outros clubes do futebol brasileiro.

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