segunda, 18 de janeiro de 2021

Corpo carbonizado em São Gonçalo pode ser de motorista desaparecido

O veículo ficou destruído por conta das chamas. Foto: via Grupo Plantão Enfoco

A Polícia Civil aguarda o resultado de um exame de DNA para confirmar se o corpo carbonizado encontrado dentro de um carro na Estrada de Itaitindiba, em Santa Isabel, São Gonçalo, no início da tarde desta segunda-feira (30), seria do motorista de transporte por aplicativo Anderson Pessoa Batista, de 38 anos, que desapareceu no mesmo dia em que o veículo foi encontrado.

O boletim de ocorrência do desaparecimento foi registrado na noite desta segunda-feira (30). O irmão do motorista é esperado, nesta terça-feira (1°), na Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) para que os investigadores possam coletar informações que ajudem nas investigações.

“A família tem esperança. Sei que é remota, mas a esperança é a última que morre”, disse um familiar que preferiu não se identificar.

A DHNSG já sabe que o desaparecido era morador do bairro Lagoinha e que dirigia um Sandero – mesmo modelo do carro que foi carbonizado. O veículo era de uma locadora de automóveis localizada em Niterói. O carro foi alugado no dia 22 de setembro e o contrato estava ativo. Representantes do estabelecimento foram ouvidos na manhã desta terça, na sede da especializada.

Segundo informações, na madrugada desta segunda-feira (30), o GPS do veículo registrou que o automóvel saiu da rua Rua Doutor Francisco Portela, no Patronato, e seguiu até a Estrada de Itaitindiba, onde o veículo foi encontrado carbonizado com um corpo no banco traseiro. O percurso de 22 km durou 1h06 e a demora chamou a atenção por conta do horário. Os documentos do motorista que alugou o carro foram encontrados no local.

Ainda segundo informações, o número do motorista saiu do grupo da família no WhatsApp às 2h38.

“Ele é um cara bom e trabalhador, sempre está nas correrias”, disse um amigo do desaparecido.

Segundo o amigo, Anderson tem três filhos e cuida da mãe. Um dos filhos precisou ser levado para o hospital após saber do desaparecimento.

O caso está sendo investigado pela DHNSG.

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