segunda, 17 de maio de 2021

Corpo encontrado em Maricá pode ser de motorista desaparecido

Motorista desapareceu no último sábado (24). Foto: Arquivo Pessoal

O corpo de um homem encontrado nesta quarta-feira (28), na praia da Barra de Maricá, pode ser do motorista de aplicativo Alan Porcell, de 33 anos, desaparecido desde o último sábado (24), quando passava por Niterói a caminho de Magé, onde reside com a esposa.

De acordo com a esposa de Alan, a operadora de telemarketing Taisa Lima, de 34 anos, um dos irmãos do motorista de aplicativo foi até a sede do Posto Regional de Polícia Técnica e Científica (PRPTC), no Barreto, nesta quarta-feira (28), e constatou semelhanças nas características físicas do corpo encontrado na Barra de Maricá e o de Alan.

Após a ida ao PRPTC, o familiar foi até a sede da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG), responsável pelo caso, onde foi informado que será necessário um exame de DNA para comprovação da identificação do corpo, o que deve ser realizado nos próximos dias.

“Estamos vivendo um momento muito difícil, onde não temos informações concretas de onde o Alan está. Ele sempre foi um rapaz muito tranquilo e que amava a família. Ele desapareceu após sair do hospital em que nossa filha está internada. Nós não merecemos isso”.

Taisa Lima, esposa de Alan

Nos últimos dias, a esposa afirmou que vem recebendo mensagens de diferentes números de telefone. Nas conversas, os usuários revelam saber onde o motorista está, mas não informam localização e somem após o início da conversa.

“Eu acredito que sejam mensagens de dentro da cadeia sem fundamentação nenhuma. Em uma delas, um telefone de Japeri afirmou que deixaria o Alan perto da Vila Kennedy, mas a diferença entre esses dois locais é muita. Tudo tem sido confuso”, concluiu Taisa.

De acordo com um investigador da Polícia Civil, somente o exame de DNA poderá comprovar se o corpo encontrado na Barra de Maricá é do motorista de aplicativo.

“Tudo ainda é muito preliminar, somente o exame de DNA poderá comprovar se o corpo é realmente dele”, disse o policial.

As investigações sobre o desaparecimento de Alan seguem a cargo de policiais da DHNISG, que buscam mais detalhes sobre o ocorrido.

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