terça, 22 de setembro de 2020

Instituição para deficientes é invadida em Maricá

Câmera flagrou invasão. imagens: Arquivo Pessoal

A maldade não perdoa nem mesmo instituições de caridade. No último domingo (23) o Núcleo de Atividades Interativas e Recreativas (Nair) de Maricá, voltado para o atendimento, apoio e inclusão social de pessoas com deficiência em Maricá, foi invadido.

De acordo com funcionários do local a invasão foi percebida na manhã desta segunda-feira (24) quando, ao chegarem no local, notaram que o alarme não foi acionado e que a câmera de segurança estava voltada para o teto. 

“A professora chegou, entrou e viu que o alarme não tinha disparado. Quando fomos ver a câmera de segurança, estava voltada para cima e foi quando analisamos as imagens e conseguimos identificar que um homem pulou o muro e entrou na instituição. Ele ainda pegou uma cadeira para acessar a câmera”, explica a auxiliar administrativa Maria do Amparo. 

Fios do alarme foram cortados. Foto: Ramon Ribeiro

As imagens revelaram que durante a ação o invasor trajava calça comprida, camisa, máscara e boné. O criminoso ainda cortou os fios que ativam o sistema de alarme do local.  

Essa não é a primeira vez que a instituição e alvo de criminosos, em abril o local também foi invadido. Apesar da ação, neste domingo não houve sinal de arrombamento e nada foi levado da instituição. 

“Ainda não notamos nada que tenha sido levado, mas acredito que ele tenha feito toda a ação planejando uma nova invasão. Estamos com medo, não sabemos quando esse criminoso pode voltar a agir. Mesmo tendo dificuldades e vivendo de doações vamos ter que reforçar a segurança”, contou a presidente da instituição Elaine Teixeira. 

Para ela o invasor deve ter acreditado que por conta da pandemia o espaço não estaria em funcionamento. 

“O criminoso deve ter achado que não estamos atuando, mas a área administrativa e o bazar continuam normalmente”, conta. 

A instituição funciona há 18 anos e atende jovens e adultos com deficiência intelectual leve, a partir dos 14 anos de idade cronológica e se mantém aberta através de serviços voluntários e de doações. 

O caso foi registrado na Delegacia de Maricá (82ª DP), que investigará o caso. 

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