terça, 24 de novembro de 2020

Pai acusado de estuprar e engravidar a própria filha em São Gonçalo

brinquedos, agressão infantil, crianças
Em depoimento jovem afirma que ela e o irmão eram alvos de pai. Foto: Pedro Conforte / Arquivo

‘O meu único desejo é que o exame de DNA seja feito e que comprove que o pai do meu filho é meu próprio pai”

O relato é da jovem de 21 anos que acusa o próprio pai de estupro, desde os cinco anos de idade dentro da própria casa, em São Gonçalo, além de engravidá-la aos 16 anos.

“Sofro com esse tipo de pressão psicológica desde os cinco anos de idade. Meu pai sempre teve essas atitudes comigo dentro da nossa própria casa e sempre ficamos a beira do caos. Por diversas vezes, pensei em falar, mas tive medo”

Em 2017, a moradora do bairro Coelho registrou o boletim de ocorrência em que denunciou o pai e detalhou as práticas de abuso durante um longo período de tempo, chegando a relatar agressões, como socos e chutes, além de ameaças psicológicas. Em um certo ponto do depoimento, ela revela que seu irmão também teria sido abusado.

De acordo com a jovem, seu principal objetivo é mostrar para a sua madrasta – única desconfiada da relação sexual dos dois – que o marido é na verdade pai do próprio ‘neto’.

No depoimento prestado à polícia em 2017, a acusadora afirma que teria presenciado o pai abaixar o short do filho e irmão dela – na época uma criança – para passar a genitália no rosto do menino. Por várias vezes, a jovem garante que o suspeito se trancava com o garoto no quarto.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima afirmou ainda que desde os abusos sexuais do próprio pai, ela nunca teve qualquer outra relação intima com outro homem, segundo ela, em razão dos transtornos psicológicos causados pelos estupros.

“Tenho um filho de apenas cinco anos, que vai crescer e querendo ou não, uma hora eu vou ter que falar quem é o pai dele. Já imaginou a reação dele ao saber que o próprio avô engravidou a sua mãe?!”

Na próxima segunda-feira (26), o irmão da vítima irá prestar depoimento na sede da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (Deam-SG), no Mutuá, em mais um passo da investigação realizada pela Polícia Civil. Enquanto aguarda o desfecho das investigações, a vítima espera por um exame de DNA que comprove a paternidade do próprio pai.

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