terça, 27 de outubro de 2020

Polícia identifica acusados de matarem empresário em Niterói

Marcelo era empresário dono do restaurante Decolores, na Ponta D’Areia, em Niterói. Foto: Reprodução Redes Sociais

A Polícia Civil já identificou os criminosos que executaram o empresário Marcelo Conceição da Silva, também conhecido como Marcelo Batata, de 48 anos, na Ponta d’Areia, no Centro de Niterói, na madrugada do dia 4 de setembro.

Segundo a Polícia Civil, as identidades dos acusados foram obtidas graças às imagens de câmeras de segurança da região.

“As imagens foram analisadas e permitiram esclarecer qual foi o trajeto e a possível origem dos criminosos”, informou a Polícia Civil.

Segundo as investigações, um motorista de aplicativo foi quem levou os criminosos para o local. Ele que é do Rio de Janeiro, encontrou com os criminosos em um bairro de Niterói, e seguiu para a Ponta d’Areia. Após deixar os criminosos o motorista teria ido embora, mas foi obrigado a voltar e buscar o bando.

Investigações apontam ainda que o motorista já estava acostumado a fazer “bonde”, transportando criminosos em seu veículo.

De acordo com relatos de testemunhas, a ordem da execução partiu de dentro de um presídio. O mandante seria um dos líderes do Complexo da Penha no Rio, na Zona Norte do Rio, que é controlada pela facção Comando Vermelho (CV), com o intuito de instalar o tráfico de drogas na comunidade.

Os autores da execução que são menos de idade, supostamente já foram moradores do local, e podem ter recebidos a ordem para executar alguma pessoa na comunidade para colocar o terror na região que antes era tranquila.

Equipes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo (DHNSG) realizam diligências para capturar os acusados.

O Crime

Marcelo era proprietário do restaurante Decolores, na Ponta D’Areia e foi morto a tiros na madrugada do dia 4 de setembro, na Ladeira Major Rocha, na altura do número 551, no mesmo bairro onde possuía o restaurante, por volta das 2h25.

A esposa presenciou o momento do crime. A vítima deixou um filho.

O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte),e está sendo investigado pela DHNSG.

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