sábado, 19 de setembro de 2020

Polícia muda estratégia no combate ao roubo de carga

BR-101, no trecho de São Gonçalo, está entre os maiores índices na modalidade do crime. Foto: Pedro Conforte

A Secretaria de Polícia Militar e Civil anunciou, durante encontro das forças de segurança na Cidade Nova, no Rio, novas estratégias de ações integradas para evitar e combater roubos de carga em vias expressas do estado, entre elas a BR-101 e RJ-104, que corta Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. O objetivo é reduzir ainda mais a criminalidade. 

As duas polícias se reuniram há dois meses para traçar medidas que a partir de agora terá um diferencial na comunicação do fato. 

Forças de segurança se reuniram para definir estratégias no combate ao crime. Foto: Pedro Conforte
Forças de segurança se reuniram para definir estratégias no combate ao crime. Foto: Pedro Conforte

De acordo com Henrique Damasceno, delegado titular da Delegacia de Roubos e Furtos, nas delegacias com maior incidências de roubos de carga haverá uma equipe de prontidão para realizar as primeiras diligências no local do roubo e também onde é feito o transbordo da carga. 

A Polícia Militar ficará responsável por apoiar os patrulhamentos nos acessos às vias expressas. Desde o 1º de setembro, as polícias estão trabalhando de forma integrada com ações de prevenção. 

De acordo com Felipe Curi, subsecretário de Integração Operacional, foram identificadas e mapeadas as áreas de maior incidências de roubos de carga no Rio, entre os pontos mais críticos estão a BR-101, altura do Complexo do Salgueiro e o Jardim Catarina, em São Gonçalo, além de Caxias e Irajá.

Operação

A operação conjunta terá início logo que o roubo for detectado, antes do registro efetivo da ocorrência. Para alimentar o banco de dados dos setores de inteligência das duas corporações com informações mais qualitativas e melhorar a performance da área operacional, os registros de ocorrência de roubo de carga passarão a incluir o local onde a carga roubada for retirada dos veículos.

Outra medida prevista é a mudança na produção de dados divulgados mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A ideia é que sejam divulgadas também informações sobre volume e valor da carga roubada, além do número de ocorrências. Nos primeiros sete meses do ano, foram registrados 3,1 mil roubos de carga, número 33% menor em relação ao mesmo período de 2019.

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