sábado, 16 de janeiro de 2021

Bolsonaro tarda, mas reconhece vitória de Biden nos Estados Unidos

Bolsonaro desejou esperança aos EUA. Foto: Valter Campanato / EBC

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou as redes sociais na tarde desta terça-feira (15) para reconhecer a vitória do novo presidente eleito nos Estados Unidos, o democrata Joe Biden. Em comunicado oficial, Bolsonaro desejou esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos”.

Bolsonaro contou ainda que está pronto para trabalhar com a nova equipe de governo da Casa Branca. Também falou em dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade, “assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos”, finalizou.

O democrata Joe Biden venceu oficialmente nesta segunda-feira (14) a votação do Colégio Eleitoral que determina formalmente o ganhador da eleição presidencial dos Estados Unidos.

Na Califórnia, estado mais populoso dos EUA, foram entregues 55 delegados a Biden, colocando oficialmente o ex-vice-presidente acima dos 270 votos necessários para garantir à Casa Branca.

Com base nos resultados da votação de novembro, Biden obteve 306 votos do Colégio Eleitoral contra 232 do republicano Donald Trump. Biden e sua companheira de chapa, Kamala Harris, tomam posse no dia 20 de janeiro.

Biden será a pessoa mais velha a se tornar presidente dos Estados Unidos, aos 78 anos, e deve discursar nesta noite sobre o resultado do Colégio Eleitoral.

Mais cedo, os membros do Colégio Eleitoral da Geórgia, Pensilvânia e Wisconsin votaram em Biden, assim como eleitores do colegiado no Arizona.

Sistema Eleitoral

Sob um sistema que opera desde 1780, um candidato se torna presidente dos Estados Unidos não por conquistar a maioria do voto popular, mas pelo sistema do Colégio Eleitoral, que distribui os votos eleitorais para os 50 Estados e para o Distrito de Columbia baseando-se em grande parte na população de cada unidade federativa.

Os eleitores são tipicamente membros de partidos que representam o candidato vencedor em cada estado, com a exceção do Maine e de Nebraska, que distribuem os votos do Colégio Eleitoral ao candidato presidencial que venceu em cada um dos distritos do Estado.

Embora por vezes alguns membros “dissidentes” votem em um candidato diferente do vencedor do voto popular em seus estados, a vasta maioria deles apenas confirma os resultados, o que também ocorreu hoje.

*com informações da Reuters e Agência Brasil

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