sexta, 30 de outubro de 2020

De máscara, Bolsonaro pede adiamento de ato contra o Congresso

Presidente entrou ao vivo usando uma máscara. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Usando uma máscara, o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) se pronunciou, por meio de seu perfil pela rede social Facebook, na noite desta quinta-feira (12), sobre o efeitos do novo Coronavírus no Brasil. Entre as declarações o presidente pediu a suspensão do movimento nas ruas, marcado para o próximo domingo (15), que pressiona o Congresso Nacional para pautas do governo.

Ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o presidente afirmou que ainda segue sob suspeita de ter contraído o vírus, após viajar com o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, que testou positivo para a doença nesta quinta-feira (12).

“Estou usando máscara porque nessa recente viagem aos Estados Unidos, uma das pessoas que veio comigo no voo, quando desceu em São Paulo foi fazer os exames habituais e deu positivo. Então todo mundo que estava no voo, hoje, coletou o material. Ainda não deu o resultado. Acredito que nas próximas horas já tenha o meu”, afirmou o presidente.

A declaração acontece após Bolsonaro minimizar a pandemia do COVID-19, que inicialmente considerou se tratar de uma ‘fantasia’ provocada pela grande mídia.

Sobre as manifestações programadas para domingo (15), de pressão contra o Congresso Nacional, o presidente, que declarou apoio a manifestação, apesar de não organizar, sugeriu que os movimentos suspendam o ato para evitar infecção generalizada.

“Esse é um movimento popular e espontâneo, que eu não programei. Mas como Presidente da República tenho que tomar uma providência. Então eu vejo no movimento do dia 15, que devemos evitar uma explosão de pessoas infectadas porque os hospitais não dariam vazão”, disse.

Sobre a pauta da viagem, Bolsonaro citou que firmou um acordo com o presidente americano Donald Trump “de defesa” sobre a doença, pautado em quatro pilares: pesquisa, desenvolvimento, teste e avaliação.

“Assinamos um grande acordo, que depende do parlamento para entrar em vigor, um acordo de defesa. Então, caso o congresso aprove, seremos o 15º país a fazer esse acordo com os Estados Unidos e isso é muito bom para nós, porque defesa é investimento”, disse.

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