quinta, 04 de março de 2021

Em vídeo, Crivella comenta prisão e chora ao falar de morte da mãe

O ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, falou em suas redes sociais sobre o episódio que o levou à prisão no final do mandato, em dezembro de 2020.

Em um vídeo, de pouco mais de três minutos, publicado neste sábado (20), Crivella aparece em um local aberto, em seu condomínio, na Barra da Tijuca.

O ex-prefeito comentou pela primeira vez sobre a decisão que o levou à cadeia faltando nove dias para terminar sua gestão, acusado pela polícia e pelo Ministério Público do Rio de chefiar um esquema de corrupção dentro da prefeitura.

Crivella chegou a agradecer aos tribunais superiores por ficar preso em caráter domiciliar e chorou ao falar da morte da mãe, quando precisou de autorização da Justiça para ir ao enterro. O ex-parlamentar disse ainda que doou R$ 60 milhões para obras sociais.

“Em dois anos de investigação o Ministério Público não tinha obtido uma prova sequer contra mim. Ainda assim, sofri a prisão preventiva sob a alegação de fazer, em nove dias, o que não fiz em três anos, 11 meses e 21 dias, ou em 20 anos de vida pública. Peço a Deus que ninguém sofra a injustiça que cometeram contra mim ou sintam a dor que eu senti ao perder minha mãe neste momento tão difícil da minha vida”, disse, emocionado.

A ação que decretou a prisão preventiva do ex-prefeito do Rio no ano passado foi um desdobramento da ‘Operação Hades’, que investiga um suposto esquema de corrupção e uma espécie de Quartel General da propina.

Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, revogou a decisão que concedeu, em dezembro do ano passado, prisão domiciliar ao ex-prefeito do Rio.

Com a decisão, Crivella não precisará mais permanecer em casa, mas deverá cumprir medidas cautelares como comparecimento periódico à Justiça, proibição de sair do país, de manter contato com outros investigados, além de entregar o passaporte em até 48 horas.

Defesa

O advogado Alberto Sampaio, que representa Crivella, disse que a decisão “se revela acertada, na medida em que as gravosas restrições cautelares eram desnecessárias”.

Com Agência Brasil

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