sexta, 30 de julho de 2021

Delegado acusado de organização criminosa tem bens bloqueados no Rio

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) conseguiu na 6ª Vara de Fazenda Pública da Capital o bloqueio de bens no valor de R$ 2,8 milhões e a quebra dos sigilos fiscal e bancário de 11 réus, entre eles um delegado da Polícia Civil, três policiais civis, um perito criminal e outras seis pessoas que conforme as investigações praticaram atos de improbidade administrativa.

PM comandava milícia e recebia propina dentro de presídio em Niterói

Agentes do Ministério Público (MPRJ) descobriram, durante investigações, que o policial militar Márcio Lima da Cunha, conhecido como ‘Zebu’, preso desde 2018, comandava uma milícia atuante em Mesquita, na Baixada Fluminense, e recebia propina oriunda da atividade criminosa de dentro do Batalhão Especial Prisional, no Fonseca, Zona Norte de Niterói.

Eduardo Cunha e Filippelli na mira do Ministério Público

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagrou, nesta terça-feira (3), uma operação para investigar a suspeita de que entre 2012 e 2014 empresários pagaram propina a políticos em troca da redução indevida da alíquota cobrada de combustíveis para a aviação civil no Distrito Federal.

Cabral acusa Pezão de receber propina

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral afirmou que seu vice-governador e, posteriormente, governador Luiz Fernando Pezão recebia propina desde antes do período de seu governo. Pezão negou e disse que é totalmente inocente, vítima de um complô de delações premiadas. Ambos foram interrogados, nesta segunda-feira (3), pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara … Ler mais

Nova fase da Lava Jato investiga esquema criminoso em bancos

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (27) a Operação Alerta Mínimo, a 66ª Fase da Lava Jato, que tem como alvo das investigações doleiros e funcionários de uma instituição financeira pública, que teriam atuado em benefício de empresas que contratavam com a Petrobras e necessitavam de dinheiro em espécie para o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.

Banqueiro é preso no Rio em operação da Lava Jato

Agentes da Polícia Federal prenderam hoje (16) o banqueiro Edson Menezes. Ele é ex-superintendente do Banco Prosper e ex-presidente da Bolsa de Valores. Menezes, conhecido como Grande, é investigado pelo pagamento de propina para a contratação do Banco Prosper no processo de leilão do Banco do Estado do Rio de Janeiro (Berj). Segundo as investigações da Lava-Jato no Rio, … Ler mais